Oi! Eu sou a Marina e AMO cinema!



Esse post de estréia vem pra contar um pouco pra vocês como eu cheguei até o cinema. Me formei em Publicidade e Propaganda em 2008 porque, naquela época, foi a escolha que fez mais sentido para mim. E eu aproveitei muito a faculdade, curso, festas, amizades. Então valeu a pena, até porque foi no começo da minha vida universitária que o bicho do cinema me picou.


Eu sempre tive o hábito de ir ao cinema. Meus pais me levavam muito quando eu era criança e minha adolescência foi basicamente juntar dinheiro para comprar ingresso de cinema e depois comer no McDonald's. Então eu sempre gostei, só não sabia.


Era fevereiro de 2005 quando entrei na sala de Teoria da Comunicação, no primeiro semestre da faculdade. Lá dentro tinha um professor (beijo, Joca!) que amava muito o cinema. Me apresentou Corra, Lola, Corra! e Pi, que eu considero os primeiros filmes "fora do circuito" que assisti. E, desde então, comecei a mudar a maneira como eu procurava e consumia cinema.


O tempo passou, eu fiquei 10 anos trabalhando em empresas e agências e frequentando as salas só por lazer. Até que, em 2017, quando decidi sair da minha profissão e me dedicar à ilustração, a paixão renasceu. E fui fazer uma Oficina de Roteiro no Senac porque, até então, eu tinha CERTEZA que gostaria de ser roteirista (e ainda tenho um pouco, apesar de ter sido fisgada por outras áreas também).


Em 2019, depois de uma conversa de horas com uma amiga querida, senti que tinha chegado a hora de dar um passo mais largo rumo ao meu sonho de, um dia, fazer cinema. Me inscrevi, então, num curso de 2 anos de duração, que começaria em fevereiro de 2020, no Instituto de Cinema, em São Paulo. Por coincidência, a primeira aula que eu tive foi de roteiro e eu saí da escola flutuando com meu Oscar imaginário na mão. Não conseguia acreditar que aquilo estava acontecendo comigo e a sensação se estar no caminho mais que certo. Isso tudo só cresceu à medida que as aulas passavam e eu conseguia me enxergar em direção e produção também. Até que chegou o dia mais temido por mim: o dia da aula de Fotografia. FOI O CAOS. Saí me sentindo incapaz, totalmente desanimada, não conseguia entender absolutamente nada do que o professor falava (muito mais pelo meu nervoso que pela aula, que fique claro). Ele mostrava câmera e eu tinha a sensação de que ele me mostrava uma barata, não conseguia nem olhar direito. Ligava para a minha mãe, fotógrafa still, e chorava porque palavras como diafragma, lente, distância focal e profundidade de campo soavam como aramaico pra mim. Pensei, inclusive, em desistir do curso.


Aí veio o COVID-19 e a quarentena. Depois de 2 semanas de férias forçadas, retornamos com aulas online e, por incrível que pareça, tudo pareceu clarear pra mim. Talvez pelo fato de estar sentindo muita falta da escola e dos amigos que fiz lá, passei a valorizar ainda mais a oportunidade de poder realizar o meu sonho. E a fotografia deixou de ser um campo terrível para virar uma grande aventura a ser descoberta (sagitariana, né?). Peguei o iPad que uso para ilustrar, decidi filmar a rotina da minha filha de 8 anos na quarentena (se quiser assistir, é só clicar aqui!) e me descobri uma grande amante de planos geométricos (oi, Kubrick!). Meu professor de Fotografia assistiu o filme, me deu um feedback gigante e maravilhoso, cheio de filmes iranianos para eu assistir e, de repente, me vi acolhendo a possibilidade de me tornar fotógrafa de um jeito insano.


A parte mais legal? O sonho de ser uma boa fotógrafa não anulou o sonho de ser uma boa roteirista. Os dois coexistem e crescem juntos, um alimentando o outro. E, por causa deles, eu sigo sonhando em, um dia, poder mostrar meus filmes para o mundo!

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